As Palavras de Cristo são a exata expressão de seu próprio ser. Por isso conhecê-las é conhecê-Lo; tê-las na mente e coração é tê-Lo interiorizado; tê-la em seu modus vivendi é revelá-Lo ao mundo.
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"...quero que meus textos sejam comidos. Mais do que isso: quero que eles sejam comidos com prazer. Um texto que dá prazer é degustado vagarosamente. São esses os textos que se transformam em carne e sangue, como na eucaristia." (Rubem Alves)
De 16 à 23 deste mês (Maio/2010) teremos a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, uma campanha internacional, encabeçada no Brasil pelo CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs). Este ano, o tema, que ficou a cargo das igrejas da Escócia, é VÓS SOIS TESTEMUNHAS DESSAS COISAS. A respeito disso, faço uma pequena reflexão que se segue:
Há alguém na Cruz
“Mas nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios;” (1 Coríntios 1:23).
Acredito que um futuro melhor não está nas mãos das instituições, nem dos instituidores, mas sim nas mãos daqueles que podem crescer com uma nova consciência.
Evangélicos são, muitas vezes, idolatras... eu diria até arcólatras, oleólatras, fitólatras, gedozólatras, salólatras, corredorólatras, campanhólatras e até bibliólatras. Muitas igrejas não admitem o uso da imagem do crucifixo que é um ícone da nova aliança, mas usam e abusam de qualquer réplica mal feita da arca, que é ícone da antiga aliança. Isso sem contar com a devoção que o povo evangélico, não raras vezes, emprega à arca; enfrentam filas para tocá-la e o fazem muitas vezes chorando e confiando que ao simples toque serão abençoados. Que diferença tem isso da devoção empregada no santuário de Aparecida? Na verdade, a maioria dos crentes apenas mudou de idolatria (se é que a imagem dos santos constitui idolatria).